sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Casa minimalista + visitas

Quando voltamos para o Brasil, me empolguei em ter o mínimo possível de coisas. 6 cadeiras para a mesa? 4 é mais que suficiente (e quase comprei só 2). Xícaras e pires para quê? A gente não bebe café. Temos 2 canecas para chá e pronto. Mesa de escritório para estudar? Que nada, usamos a de jantar.

Tudo funciona muitíssimo bem em um apartamento pequeno, para um casal organizadinho como nós. Só que não vivemos só pra gente: recebemos visitas que ficam uns dias, amigos que vem para eventos.

Aí o jeito foi ampliar um pouco os utensílios: comprar mais uns copos, mais uns pratos (brancos), mais umas canecas (pretas). Pouca coisa, que cabe no armário que já temos, e que facilitam a vida na hora das refeições coletivas.

O negócio fica mais complexo com os móveis. Mas a gente se vira, e é uma das coisas que eu curto no minimalismo: o desafio de fazer mais com menos!

Guardamos os laptops, encostamos a mesa na parede, puxamos o sofá para trás, ressuscitamos as cadeiras que o dono do apê guardou no quartinho da bagunça, um pufe vira assento, o carrinho de toalhas vira mesa de centro, e voilà: sim, tem lugar para receber a galera!

domingo, 13 de agosto de 2017

Alegria, alegria

Ando muito contente. Gostando do trabalho novo, dos colegas novos, do ambiente novo. Trabalho mais horas e em mais quantidade do que antes, e tô curtindo. O tempo passa rápido e, quando vejo, já terminou o expediente. 

Agora tenho uma vida social intensa. A turma sai junto, almoça junto, tá todo mundo no Whats. Isso aumentou muito minha alegria. O que não surpreende: se tem uma coisa que todas as pesquisas sobre felicidade concordam é que o fator mais importante são os laços que criamos com outras pessoas.

Acho importante registrar os períodos em que me sinto feliz e satisfeita. É material de consulta para quando eu estiver entediada e resmunguenta.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Tarda, mas não falha

Depois de mais de um ano esperando (e resmungando), ultimamente minha vida tem sido uma sucessão feliz de eventos e comemorações: aniversário, despedida, festivais (japonês, coreano e de países do sudeste asiático), posse, happy hour, festas juninas, festa da turma, aniversário de casamento. E tudo é motivo de celebração, seja o último dia no trabalho antigo, a publicação da nomeação, o primeiro dia no trabalho novo, o crachá novo ou o curso de ambientação. Sem falar da alegria de conhecer pessoas legais com quem tenho muitos interesses em comum. 

Sabe aquelas fases da vida em que tudo se encaixa e faz sentido? Então, estou assim.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

O suspense da despedida (atualizado)

Então é assim: eu não sou muito sociável no trabalho. Almoço sozinha numa boa. Não faço questão de puxar papo com os colegas. E não é sempre (ok, quase nunca) que vou às saídas coletivas. 

E aí estou marcando um encontro em um barzinho para a turma do serviço se despedir de mim. Isso porque duas colegas sugeriram, e achei uma boa ideia na hora. Mas, agora, estou é achando que ninguém (ou quase ninguém) vai aparecer. 

O que é... justo, né? Eu sou educadinha, mas estou longe de ser a Miss Simpatia. Fico na minha. Recuso convites. E, confesso, deixei de ir à despedida de uma das estagiárias na semana passada (mas nem a estagiária foi, então acho que é perdoável). 

Logo, teremos suspense na despedida. Será que vai ter quórum? Será que não? 

De qualquer forma, é uma boa lição para o meu umbiguismo. 

Depois conto como foi.

* * *

Atualização em 1/6:

Foi ótimo! Apareceu mais gente do que eu esperava. Marquei às 18 e, até umas 19, ninguém tinha dado as caras. Eu já estava me consolando com uma margarita ótima quando o pessoal começou a chegar. E chegar. E chegar. Até a estagiária que faltou à própria despedida foi!

Saímos de lá meia-noite.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Talk the talk, walk the walk

Daqui a pouco mudo de emprego. Vou poder morar no exterior depois de um tempo e terei colegas que pensam mais parecido comigo. Estou animadíssima. 

Só tem um porém: o salário é menor. Bem menor. Metade. 

Não é exatamente um problema. Depois que adotei o minimalismo e a vida simples, passei a precisar de muito menos para viver. E, consequentemente, a ter muito mais liberdade. Posso reduzir minha renda ao meio se for para ter um trabalho interessante e promissor (e sim, fora do Brasil o salário é maior). 

Mas não vou mentir: preferia que a grana não diminuísse. Acho dinheiro importante, sim. Por outro lado, não faz sentido ser frugal se não for para aproveitar as oportunidades. Esse último ano que passei esperando a nomeação serviu só para aumentar as economias. Se eu pudesse trocar - devolver o dinheiro e começar o trabalho novo em junho de 2016 -, eu trocaria sem pensar duas vezes. 

Então é isso: minimalismo não serve só para escrever blog. Serve para agarrar experiências também.